
Custa me testemunhar a falta de informação que se verifica em algum do nosso património, mas há que ser visitado
O magnífico castelo de Penedono domina a vasta região entre a Beira e o Douro, caracterizada por uma paisagem de contrastes entre as serranias agrestes, campos e pastos.
Anterior à formação de Portugal a mais antiga referência remonta a 939 a propósito do repovoamento da região, após a vitória de Ramiro II de Leão na batalha de Simancas, no entanto, não se consegue saber com rigor a data da primeira construção.
Durante o século XI o avanço e recuo das fronteiras cristas, fazem o castelo trocar de mãos em diversas ocasiões, é definitivamente reconquistado em 1064 pêlo rei leonês Fernando Magno, com a emancipação política de Portugal o castelo passa a fazer parte dos domínios da nação.
A actual configuração do castelo remonta ao século XIV, sendo D. Vasco Fernandes Coutinho, senhor de Leomil, o responsável pela reedificação do castelo. Em 1530 D. Francisco Coutinho, conde de Marialva e Vedor da Comarca da Beira, transforma-o em residência.
Em 1812 é avistado por Alexandre Herculano, no decurso de investigações históricas.
A lenda das duas pedras do Castelo
No lado direito da fachada principal do castelo do Penedono distingue-se facilmente duas pedrinhas brancas relativamente próximas. Estas pedras são as tampas de duas caixinhas misteriosas deixadas por uma moura muito rica que ali viveu e ai escondeu a sua fortuna, para que ninguém lha roubasse colocou numa caixa todos os seus tesouros e na outra uma perigosíssima mensagem que causará a morte a quem ousar toca-la.
Como ninguém sabe qual das caixas esconde o tesouro ninguém até hoje ousou remove-las com receio de em primeiro lugar abrir a caixa da maldição.
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Latitude - 40°59'24.18"N
Longitude - 7°23'38.34"W
De Terça-feira a sábado: 10:00h ás 13:00h / 14h:00 ás 18:00h
Domingos das 14:30h as 18:00
Tel: 254 611 233
e-mail: Geral@beiradouro.pt
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